Caucaia: Município é aprovado na primeira etapa do Selo Verde

Caucaia está mais perto de conquistar a certificação “Selo Município Verde 2018”. Nessa terça-feira (7/8), membros da comissão técnica da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) e do Instituto Federal de Educação, Ciência, Tecnologia do Ceará (IFCE) aprovaram a documentação entregue pelo Núcleo de Educação Ambiental do Instituto do Meio Ambiente de Caucaia (Imac).

“A primeira etapa foi concluída com sucesso”, comemora a gerente de Educação Ambiental do Imac, Márcia Ximenes. “A próxima fase será uma visita in loco ao município pela comissão que julga o certificado”, acrescenta.

O “Selo Município Verde” é um programa de certificação ambiental pública que identifica, a cada dois anos, as prefeituras cearenses que atendem aos critérios pré-estabelecidos de conservação e uso sustentável dos recursos naturais, incentivando o fortalecimento das gestões ambientais.

No próximo dia 14 de agosto, a comissão técnica do IFCE, da Sema e da Semace visitará projetos de horta em escolas das regiões de Matões e Serra da Rajada.

O resultado final do Selo está previsto para 19 de outubro e a solenidade da certificação esta programada para 21 de novembro.

Com informações: ASCOM da Prefeitura de Caucaia

Semace suspende licença de operação de estabelecimento em Jericoacoara

O estabalecimento The Alchymist Beach Club, em Jericoacoara, teve a licença de operação suspensa, ontem, pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). Foi comprovado que o local está instalado em área de preservação permanente, o que seria incompatível com a legislação ambiental.

Em nota, a Semace diz que o estabelecimento havia assinado Termo de Ajuste de Conduta (TAC) em 4 de maio de 2017. “Conforme a legislação ambiental, a suspensão da licença de operação coloca o empreendimento na situação anterior de estar proibido de funcionar, sob pena de autuação e punição dos responsáveis por descumprimento da referida legislação”.

Os donos do empreendimento, diz a Semace, devem desocupar o local e recuperar a área do dano ilegal. Em caso de descumprimento da medida, estão sujeitos a autuação e punição.

Questionada se pretende fechar os cerca de 32 restaurantes no entorno da famosa Lagoa do Paraíso, além do Alchymist, a nota informa que os outros estabelecimentos que estiverem ocupando área de preservação permanente estão sujeitos aos mesmos procedimentos e punições, sem dar mais detalhes.

Com informações: O Povo