Tianguá: TRE-CE cassa diplomas de prefeito e vice eleitos em junho

A Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, presidida pela desembargadora Nailde Pinheiro Nogueira, na sessão desta terça-feira, 30/11, cassou, por unanimidade, os diplomas do prefeito e do vice-prefeito de Tianguá, nos Recursos Contra Expedição de Diploma nºs  0600518-37.2018.6.06.0000 e 0600525-29.2018.6.06.0000, ambos da relatoria do juiz Alcides Saldanha Lima.

A Corte determinou a execução do Acórdão após confirmação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nos termos do voto do relator. Até então eles permanecem no cargo.

José Jaydson Saraiva de Aguiar e Mardes Ramos de Oliveira foram eleitos prefeito e vice, respectivamente, no último dia 3 de junho, na eleição suplementar ocorrida no município, após o o indeferimento do registro de candidatura do prefeito nas Eleições de 2016, do prefeito Luiz Menezes de Lima e do vice Aroldo Cardoso Portela.

Entenda o caso

Um dia após o deferimento do registro de candidatura, pelo juízo da 81ª Zona Eleitoral, de José Jaydson Saraiva Aguiar, em 22/5, para as eleições suplementares, o TRE-CE julgou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral que já tramitava na Corte, mantendo pena de inelegibilidade por 8 anos ao candidato José Jaydson, por abuso de poder econômico/político quando disputava as Eleições 2016 (não eleito).

No dia 11/6, o Tribunal decidiu por unanimidade, que, no momento do pedido de registro da chapa, não havia situação de inelegibilidade, e, portanto, manteve válida a candidatura.

No entanto, nesta terça-feira, 30/11, enfrentando os Recursos Contra Expedição de Diploma, a Corte decidiu pela cassação dos diplomas dos eleitos.

 

Com informações: ASCOM do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Ceará

TSE aprova envio de forças federais para 5 municípios cearenses no segundo turno

A Corte do Tribunal Superior Eleitoral aprovou na sessão plenária administrativa desta terça-feira, 23/10, o pedido do TRE do Ceará de envio de forças federais para reforçar a segurança do segundo das Eleições 2018, em Fortaleza, Caucaia, Juazeiro do Norte, Maracanaú e Sobral. A presidente do TSE, ministra Rosa Weber, votou favorável ao pedido e foi acompanhada pelos demais ministros da Corte.

Na mesma sessão, o TSE aprovou o envio de tropas federais para outros 352 municípios localizados nos Estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará e Tocantins .

Pedido do TRE-CE

Na sessão do último dia 15/10, presidida pela desembargadora Nailde Pinheiro Nogueira, os juízes da Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará aprovaram, por unanimidade, o envio ao TSE do pedido de forças federais para os mesmo cinco municípios cearenses que já haviam recebido as tropas no 1º turno.

Fortaleza, Caucaia, Juazeiro do Norte, Maracanaú e Sobral atendem ao critério objetivo definido pelo TRE, por possuírem mais de 100 mil eleitores. O procurador regional eleitoral, Anastácio Nóbrega Tahim Junior, apresentou parecer favorável à demanda.

Em seguida, o governador do Estado, Camilo Santana, considerou “prudente e adequado” o pedido.

 

Com informações: ASCOM do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Ceará

Saiba os próximos passos da investigação do TSE contra chapa de Bolsonaro

O WhatsApp notificou extrajudicialmente quatro empresas suspeitas de fazerem envio massivo irregular de mensagens durante o período eleitoral. O aplicativo recomendou que elas parem o envio e de usar números de celulares obtidos pela internet. Há a suspeita de que as agências venderam bases de usuários fornecidas por terceiros, de origem desconhecida, o que é ilegal. “Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas”, informou, em nota, o aplicativo.
No comunicado, a assessoria da empresa informou que foram canceladas também “centenas de milhares de contas durante o período das eleições no Brasil”. “Temos tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal para que não possam ser usadas para espalhar spam ou desinformação”, acrescentou a nota. O aplicativo decidiu agir de forma proativa, mas já observa alguns pontos mesmo antes da campanha eleitoral, principalmente com o uso da inteligência artificial.
Uma das ações é a sinalização das mensagens que são encaminhadas, com o objetivo de mostrar ao leitor que o texto não foi escrito originalmente por quem remeteu. Os administradores dos grupos também têm mais poder e uma pessoa que saiu ou acabou removida muitas vezes é impedida de entrar novamente. Segundo o WhatsApp, a colaboração com as autoridades também é essencial, desde que não haja vazamento do conteúdo, protegido por criptografia. “No entanto, a informação limitada que podemos conceder ajudou a prevenir e solucionar crimes”, afirma a nota da empresa. “Estamos comprometidos em reforçar as políticas do WhatsApp igualmente e de forma justa para proteger a experiência do usuário”, disse a empresa.
A preocupação com as mensagens enviadas por meio eletrônico fez com que parcerias se realizassem. Representantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Centro de Defesa Cibernética do Ministério da Defesa se reuniram para discutir iniciativas para coibir a propagação de notícias falsas em período eleitoral. Professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Fabricio Benevuto apresentou os sistemas de monitoramento desenvolvidos pelo grupo Eleições sem Fake, do qual é coordenador, para combater a disseminação de notícias falsas.
Ele afirmou que os sistemas desenvolvidos pelo grupo “são inovadores, e ajudam a entender o fenômeno de desinformação que está ocorrendo no momento eleitoral”. O secretário-geral da Presidência do TSE, Estêvão Waterloo, afirmou que a Corte estuda firmar uma parceria com a universidade já para o segundo turno das eleições, e também para pleitos futuros.
Flávio e Dilma
Uma das situações envolvendo o WhatsApp e as eleições ontem veio com o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). No início do dia, ele afirmou que a conta pessoal dele no aplicativo havia sido bloqueada, mas explicou o caso mais tarde. O parlamentar negou ainda relação com as empresas responsáveis por disparos de mensagens em massa. “Meu telefone, cujo WhatsApp foi bloqueado, é pessoal e nada tem a ver com uso por empresas. O próprio WhatsApp informou que o bloqueio foi há dias, antes da ‘Fake News da Foice de SP’. Agora já foi desbloqueado, mas ainda sem explicação clara sobre o porquê da censura”, escreveu o senador eleito, na conta pessoal do Twitter dele.
Procurado, o WhatsApp confirmou que a conta de Flávio foi banida por comportamento de spam, mas afirmou que isso ocorreu há alguns dias. “Não está relacionado às denúncias de ontem”, adiantou a empresa, se referindo à matéria da Folha de S. Paulo sobre a candidatura de Jair Bolsonaro (Leia mais na matéria abaixo). Outra conta “pública” que foi banida por spam durante o período eleitoral foi o “Dilmazap”, da campanha da ex-presidente, informou a empresa, em nota.
Movimentações no Facebook
No Facebook, rede social mais usada no Brasil, a Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV) destacou a confirmação da tendência de aproximação entre os volumes de interação dos presidenciáveis Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, verificada na última semana. Entre 11 e 17 de outubro, “na página do candidato do PSL, o engajamento registra queda de 34%, chegando a 8,78 milhões de comentários, compartilhamentos e reações. Em movimento contrário, Haddad teve engajamento 20% superior, com um total de 5,65 milhões de interações”.
Com informações: Correio Braziliense

Cid Gomes vai ao TSE para impedir que Bolsonaro use seu discurso na TV

O senador eleito pelo PDT no Ceará, Cid Gomes, recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na noite desta terça-feira (16) contra o uso de sua imagem no programa eleitoral de Jair Bolsonaro (PSL).

O rival de Fernando Haddad (PT) na disputa presidencial levou ao ar na noite desta terça o desabafo que Cid fez contra petistas na segunda-feira (15).

A defesa de Cid, irmão de Ciro Gomes (PDT), diz que Bolsonaro lançou mão de “ardiloso artifício para tentar repassar à população fatos que não condizem com a realidade”.

Os advogados do pedetista alegam que a campanha do capitão reformado infringiu a lei eleitoral porque não poderia transmitir propaganda com a imagem de candidato que pertence a partido que declarou apoio a outro.

Os representantes de Cid ainda afirmam que a campanha de Bolsonaro tenta “criar, artificialmente, estados mentais na população, na nítida tentativa de induzir o eleitorado à erro” e anexa à peça reportagens em que Cid declara voto no petista no segundo turno.

“A adoção desse tipo de publicidade, direcionando à classe menos informada ideia falsa, ou pelo menos incompleta, que poderá levar milhares de brasileiros à erro, tudo com o claro intuito de angariar, mesmo que de forma vil, o voto da população mais carente, deve ser reprovada!”

Na ação ao TSE, a defesa de Cid ainda reclama que a propaganda de Bolsonaro foi editada de modo a cortar trechos do discurso do senador eleito em que ele faz elogios a Haddad.

O programa do candidato do PSL começa com a voz de um locutor que diz: “Cid Gomes, irmão de Ciro Gomes, fala a verdade que o PT não aceita”. Em seguida, a peça exibe trechos do discurso do pedetista em evento de apoio a Haddad, no qual ele diz que os petistas precisam fazer um “mea culpa” porque fizeram “muita besteira”.

As imagens veiculadas pela equipe de Bolsonaro ainda exibem cena em que, diante da reação negativa da plateia, o pedetista diz: “É assim? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir os erros que cometeram, isso é para perder a eleição e é bem feito. É bem feito perder a eleição”.

Em outro momento, em resposta à reação da plateia que começou a gritar o nome de Lula, Cid protestou: “O Lula está preso, babaca. O Lula está preso. E vai fazer o que? Isso é o PT, e o PT desse jeito merece perder. Babaca, vai perder a eleição”.
A campanha de Bolsonaro pretende repetir a peça nesta quarta (17).

Com informações: Diário do Nordeste

Guerra perdida contra a disseminação de fake news nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não conseguiu segurar a onda de notícias falsas nas eleições deste ano. A avaliação interna dos ministros da Corte é que a guerra contra as fake news foi perdida. Esse cenário ficou evidente com a quantidade de notícias inverídicas que circularam no último dia 7, quando 117 milhões de brasileiros foram às urnas no primeio turno de votação. Uma videoconferência realizada ontem com representantes do WhatsApp revelou que a situação é ainda mais séria, pois os dirigentes do aplicativo disseram que não é possível controlar as mensagens que circulam entre os usuários.

A boataria que se espalha na rede atingiu até a presidente do Tribunal, ministra Rosa Weber. Em uma mensagem enviada à Corte por meio de uma rede social, um internauta afirma que o candidato “Jair Bolsonaro já está eleito” e que haverá reações se isso não se confirmar no resultado da apuração. “Espero que a senhora fique de olho. E só um aviso, com todo respeito”, diz um trecho da mensagem. A Polícia Federal vai abrir inquérito para investigar o caso.

Essa é a primeira vez que a ministra Rosa Weber é citada diretamente em uma mensagem intimidatória enviada ao TSE. Inicialmente, a PF vai avaliar se o perfil do internauta que mandou o texto descreve um cidadão real ou se as informações foram inventadas para confundir as autoridades. Notícias falsas relacionadas a uma suposta paralisação dos caminhoneiros em reação ao resultado da votação tem se espalhando com intensidades nas redes sociais. Os casos revelam o fracasso da Corte e das autoridades em combater as chamadas fake news, que se espalham com mais força durante o período eleitoral.

O aplicativo WhatsApp é o preferido de quem cria ou repassa informações inverídicas relacionadas à política. Ontem, após a videoconferência entre integrantes do Conselho Consultivo do TSE e representantes da empresa, o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Medeiros, falou da impossibilidade de combater, principalmente, as informações compartilhadas pelo aplicativo. “Eles se propuseram a oferecer para o TSE algumas ferramentas que não estão disponíveis ao usuário. Mas disseram que o sigilo das mensagens compartilhadas entre os usuários é tão sagrado que nem mesmo eles têm acesso. A própria configuração do WhatsApp torna difícil implantar outras ferramentas usadas em outras redes sociais, como a checagem dos fatos”, disse.

Professor e pesquisador em comunicação da Universidade Federal de Santa Catarina, Nilson Lage diz que o fenômeno das fake news tem afetado todos os países. Aconteceu na eleição americana, que elegeu Donald Trump, e na votação do Brexit, que levou a Inglaterra a deixar a União Europeia. No Brasil, houve a criação e o fortalecimento da chamada indústria da falsificação da informação. “Tornou-se mesmo uma indústria, importada dos EUA, e que gera muito dinheiro”, explica.

Lage, no entanto, acredita que o Judiciário brasileiro tem sido omisso no combate às notícias falsas. Para ele, quando interfere, o TSE atua no sentido de retirar conteúdo de todos os lados para se mostrar imparcial. “O TSE havia anunciado uma campanha contra as fake news, mas não fez nada. Tem se mantido omisso. A interferência dele, quando ocorre, é pontual”, critica o estudioso.

Para o professor, há uma cumplicidade em lidar com as notícias falsas de toda a sociedade. Assim, parece que o Estado não sabe como lidar com a situação. “Isso é algo que sempre existiu, mas que atinge agora uma dimensão inimaginável, pelos mecanismos que temos hoje”.

 

Com informações: Correio Braziliense

Corte do TRE aprova requisição de tropas federais para o segundo turno das Eleições 2018

Os juízes da Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará aprovaram, por unanimidade, na sessão desta segunda-feira, 15/10, presidida pela desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira, o envio do pedido de forças federais ao TSE para o 2º turno das eleições em Fortaleza, Caucaia, Juazeiro do Norte, Maracanaú e Sobral.

A matéria foi levada ao Pleno depois de ouvidos os juízes eleitorais do Estado e o presidente da Comissão de Segurança do TRE, Eduardo Scorsafava, que opinou para que seja obedecido o mesmo critério do 1º turno, ou seja, contemplar os municípios com mais de 100.000 eleitores.

O procurador regional eleitoral, Anastácio Tahim Júnior, em parecer, também foi favorável à requisição das tropas federais.

Para o primeiro turno das Eleições 2018, a Corte do Tribunal Superior Eleitoral aprovou, em sessão plenária administrativa, o pedido do TRE do Ceará de envio de forças federais para reforçar a segurança das eleições nos 5 municípios: Fortaleza, Caucaia, Juazeiro do Norte, Maracanaú e Sobral. A presidente do TSE, ministra Rosa Weber, no Processo judicial Eletrônico nº 0601051-61.2018.6.00.0000, votou favorável ao pedido e foi acompanhada pelos demais ministros da Corte.

Com informações: ASCOM do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Ceará

Presidente do TSE fará pronunciamento em cadeia nacional no sábado

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, fará um pronunciamento no próximo dia 6, sábado, véspera do primeiro turno das eleições, em cadeia nacional de rádio e televisão.

O pronunciamento irá ao ar às 20h. Ela deve falar por cerca de três minutos. Tradicionalmente, os presidentes do TSE se pronunciam na véspera das eleições.

A ministra  Rosa Weber durante julgamento do pedido de registro de candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva para a presidência da República nas eleições de outubro, no TSE.
Ministra Rosa Weber (Arquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Em 2014, o ministro Dias Toffoli estava no comando do TSE e também fez um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão. Na ocasião, ele recomendou reflexão e tranquilidade no momento de votar.

No seu pronunciamento, Toffoli ressaltou que é o povo quem decide quem comanda e governa o país. Também destacou a importância da democracia e a força das instituições.

Com informações: Agência Brasil

Eleições mudam o início do horário de verão

As eleições vão causar mudanças até no cronograma do horário de verão. Tradicionalmente, o início é a partir da meia-noite do terceiro domingo de outubro, mas neste ano foi adiado para dia 4 de novembro – primeiro domingo após o segundo turno. Com 15 dias a menos, o novo horário durará cerca de três meses, até o dia 6 de fevereiro de 2019.

No entanto, é possível que essa data ainda sofra modificações. O Ministério da Educação (MEC) solicitou ao presidente Michel Temer o adiamento do início do horário de verão em razão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A avaliação do MEC é que a alteração no horário poderia gerar confusão, fazendo com que candidatos possam perder o exame devido à alteração no horário.

Alterações

A decisão de adiar o início do horário de verão ocorreu no final de 2017, quando Temer atendeu a um pedido do ministro Gilmar Mendes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e assinou um decreto para reduzir o período com o objetivo de evitar conflitos com as eleições.

A expectativa é que a medida dê mais agilidade à apuração dos votos, pois a diferença máxima de fuso horário em relação a Brasília, também durante o segundo turno das eleições, continuará sendo de duas horas e não de três horas, como ocorre a partir da entrada em vigor do horário de verão.

Outro reflexo da medida deve ser percebido na divulgação dos resultados parciais da votação para presidente da República, que só pode começar após a conclusão da votação em todo país.

Estados

Neste ano, municípios do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, Espírito Santo, de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e do Distrito Federal adiantam em uma hora o relógio.

O leste do Amazonas, Roraima e Rondônia deixam o relógio atrasado em duas horas em relação a Brasília, enquanto Acre e parte oeste do Amazonas atrasam o relógio em três horas em relação ao horário oficial do país.

Provas

As datas das provas do Enem foram marcadas para os dias 4 e 11 de novembro. No dia 4, serão aplicadas as questões de linguagem, ciências humanas e redação, com duração prevista de 5 horas e 30 minutos. No dia 11, será a vez das questões envolvendo ciências da natureza e matemática, com duração de 5 horas. A abertura dos portões será às 12h e o fechamento, às 13h.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não discute a possibilidade de alterar as datas das provas. Caso o pedido não seja acatado, o horário de verão começará à 0h do dia 4 de novembro e terminará em 16 de fevereiro de 2019.

Com informações: Agência Brasil

83 milionários buscam mandatos no Ceará; veja quem são

Quase 10% de todos os 915 candidatos que disputarão cargos eletivos no Ceará no próximo domingo declararam à Justiça Eleitoral patrimônio acima da casa de R$ 1 milhão. Ao todo, 83 políticos do Estado afirmaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter patrimônio milionário. Espólios dos milionários chegam a mais de R$ 530,8 milhões.

Informação é da Coluna Política do O POVO desta segunda-feira. O índice é puxado sobretudo pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), que declarou patrimônio de R$ 89,2 milhões. Disputando reeleição, o emedebista é dono de diversas empresas da área da segurança e de uma fazenda de 21 mil hectares, entre outros bens.

Ele é seguido de perto por Prisco Bezerra (PDT), candidato a 1º suplente de Senador na chapa de Cid Gomes (PDT). Dono de uma rede de universidades que soma milhares de alunos em todo o País, Bezerra declarou R$ 64 milhões.

Entre os 27 candidatos a deputado federal milionários, os mais ricos são Arnaldo (PSDB), com R$ 19,8 milhões, e o já deputado Genecias Noronha (SD), com R$ 19 milhões. Entre os 45 candidatos a deputado estadual com mais de R$ 1 milhão, se destaca Denise Regadas (PSL), com R$ 23 milhões.

Confira quem são os 83 políticos milionários no Ceará:

Governo do Estado – 1

General Theophilo (PSDB) – 1,2 milhão

Senado Federal – 4

Bardawil (Pode) – R$ 2,2 milhões

Cid Gomes (PDT) – R$ 1,5 milhão

Eduardo Girão (Pros) – R$ 36,3 milhões

Eunício Oliveira (MDB) – R$ 89,2 milhões

1º Suplente de senador – 2

Gaudêncio Lucena (MDB) – R$ 17,6 milhões

Prisco Bezerra (PDT) – R$ 64 milhões

2º Suplente de senador – 4

Dr. Guimarães (Pros) – R$ 1,8 milhão

Edmilson Bastos (PSD) – R$ 5,1 milhões

José Nilson (PSDB) – R$ 3,8 milhões

Júlio Ventura (PDT) – R$ 25,8 milhões

Deputado federal – 27

Adail Carneiro (PP) – R$ 13,1 milhões

Alexandre Damasceno (Pros) – R$ 1,2 milhão

André Figueiredo (PDT) – R$ 4,1 milhões

Arnaldo (PSDB) – R$ 19,8 milhões

Coronel Bezerra (PSL) – R$ 4,1 milhões

Crescêncio Neto (PHS) – R$ 2,1 milhões

Danilo Forte (PSDB) – R$ 2,8 milhões

Denis Bezerra (PSB) – R$ 4,8 milhões

Edmilson Barros (PSL) – R$ 2,7 milhões

Eduardo Bismarck (PDT) – R$ 2 milhões

Fredy (Novo) – R$ 1,1 milhão

Genecias Noronha (SD) – R$ 19 milhões

Gomes Filho (Pros) – R$ 1,2 milhão

Heitor Freire (PSL) – R$ 1 milhão

Júnior Mano (Patriota) – R$ 2,1 milhões

Leônidas Cristino (PDT) – R$ 1,6 milhão

Luciano Muniz (Psol) – R$ 1,1 milhão

Macedão (PP) – R$ 17,9 milhões

Major e Médico Dr. Haroldo (Pode) – R$ 2,5 milhões

Marcelo Medeiros (Novo) – R$ 5,8 milhões*

Moses Rodrigues (MDB) – R$ 3,2 milhões

Pedro Bezerra (PTB) – R$ 3,9 milhões

Pr Carlos Alberto Cruz (PSL) – R$ 1,1 milhão

Rachel Marques (PT) – R$ 1,4 milhão

Robério Monteiro (PDT) – R$ 3,3 milhões

Roberto Pessoa (PSDB) – R$ 13,1 milhões

Totonho Lopes (PDT) – R$ 1 milhão

Deputado estadual – 45

Acaci (PCdoB) – R$ 6 milhões

Agenor Neto (MDB) – R$ 1,8 milhão

Ana Angélica (PCdoB) – R$ 1,3 milhão

Antônio Granja (PDT) – R$ 1 milhão

Apóstolo Luiz Henrique (Patriota) – R$ 2,8 milhões

Audic Mota (PSB) – R$ 1,3 milhão

Aureny Braga (PR) – R$ 1,2 milhão

Avelino Forte (PSDB) – R$ 4,9 milhões

Bruno Benevides (PDT) – R$ 1,3 milhão

Denise Regadas (PSL) – R$ 23 milhões

Diego Barreto (PTB) – R$ 1,1 milhão

Domingos Filho (PSD) – R$ 2,6 milhões

Dr. Sarto (PDT) – R$ 2,1 milhões

Dr. Bruno Gonçalves (Patriota) – R$ 1,1 milhão

Dr. Ciro (Pros) – R$ 1,4 milhão

Dr. Marcos Norjosa (PT) – R$ 1,1 milhão

Ely Aguiar (DC) – R$ 1 milhão

Enilde Coutinho (PSL) – R$ 3 milhões

Evandro Leitão (PDT) – R$ 1,3 milhão

Evanio Guedes (PR) – R$ 9,1 milhões

Fernanda Pessoa (PSDB) – R$ 1,9 milhão

Gony Arruda (PP) – R$ 2,7 milhões

Gordim Araújo (Patriota) – R$ 2,2 milhões

Heitor Férrer (SD) – R$ 2 milhões

Helaine Mendonça (PSDB) – R$ 1,1 milhão

Jarbas (PCdoB) – R$ 2,5 milhões

Jeová Mota (PDT) – R$ 1,4 milhão

José Dias (PPL) – R$ 1,6 milhão

Leonardo Araújo (MDB) – R$ 2,5 milhões

Luciano Girão (PDT) – R$ 9,9 milhões

Mariana Macedo (PMN) – R$ 15,7 milhões

Nezinho Farias (PDT) – R$ 2 milhões

Oriel Nunes Filho (PDT) – R$ 1,1 milhão

Pablo Rolim (Patriota) – R$ 2,6 milhões

Paulinho Macedo (PMN) – R$ 3,2 milhões

Professor Demétrio (PPS) – R$ 2,5 milhões

Professor Luiz Damião (Patriota) – R$ 6,9 milhões

Raimundão (MDB) – R$ 2,1 milhões

Romeu Aldigueri (PDT) – R$ 3,4 milhões

Salmito (PDT) – R$ 1,1 milhão

Seabra (DC) – R$ 1,7 milhão

Sérgio Aguiar (PDT) – R$ 1,3 milhão

Tadeu Oliveira (PPS) – R$ 2,7 milhões

Walter Cavalcante (MDB) – R$ 1 milhão

Zezinho Albuquerque (PDT) – R$ 1,8 milhões

* Citado na relação de candidatos com bens acima de R$ 1 milhão, Marcelo Medeiros (Novo) procurou a coluna para justificar o patrimônio. Destacando que nunca ocupou cargos públicos, Medeiros disse ter acumulado bens em quase R$ 6 milhões após décadas de trabalhos como prático no serviço privado, além de ter feito uma série de investimentos. Ele afirma defender postura econômica liberal, reduzindo gastos públicos na política.

Com informações: Coluna Política do O POVO

6,3 milhões de eleitores vão às urnas no próximo domingo no Ceará

A Justiça Eleitoral no Ceará está em ritmo acelerado de trabalho nas zonas eleitorais e na Secretaria do TRE para favorecer o voto de 6.344.483 eleitores, em 21.449 urnas eletrônicas, no próximo domingo, 7/10. A principal faixa etária dos eleitores cearenses é de 30 a 34 anos (718.981) e 53% do total são do gênero feminino.

Ao todo, 120 mil pessoas estão envolvidas em todo processo eleitoral (entre mesários, juízes, promotores eleitorais, servidores do TRE, auxiliares, policiais, militares do exército, delegados de prédio e terceirizados).

O orçamento geral para o pleito é de 21.3 milhões de reais, gastos, principalmente, entre técnicos de urna, serviços gerais, vales postais, distribuição de urnas e veículos.

Eleitorado

Fortaleza – 1.776.365 eleitores – 4.870 seções – 620 locais

Caucaia – 209.053 eleitores – 706 seções – 122 locais

Juazeiro do Norte – 168.958 eleitores – 534 seções – 84 locais

Maracanaú – 151.212 eleitores – 465 seções – 69 locais

Sobral – 137.510 eleitores – 459 seções – 98 locais

Quatro dos cinco maiores locais de votação do Estado estão em Fortaleza:

1) Colégio Ari de Sá -15.058 eleitores

2) Universidade de Fortaleza – 11.782 eleitores

3) Universidade Estadual do Ceará -11.164 eleitores

4) Colégio Liceu do Ceará – 8.788 eleitores

5) Escola Economista Rubens Vaz da Costa (Caucaia) – 6.704

Eleitores com biometria

No Ceará, nas Eleições 2016, eram 2.199.743 (34.78%) eleitores com biometria. Para este pleito, teremos 4.936.957 eleitores biometrizados (77.8%). 129 municípios passaram pela revisão com coleta de digitais e votarão com esse sistema. 46 cidades terão identificação híbrida e 9, identificação convencional.

Em Fortaleza, são 876.538 biometrizados (49.34%). O recadastramento biométrico não foi obrigatório na Capital.

Rezoneamento

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará alerta os eleitores do Estado para que consultem com antecedência o número da seção e o local de votação, para evitar transtornos no dia da votação. Após determinação do Tribunal Superior Eleitoral, o TRE-CE realizou um rezoneamento, que extinguiu 18 zonas eleitorais do interior e remanejou 4 para Fortaleza. A medida impactou eleitores de 29 municípios que tiveram os números da zona e da seção alterados. O documento de 753.344 eleitores está desatualizado.

Apenas em Fortaleza, são 490.791 títulos com número da zona e seção antigos. No dia da eleição, essa incorreção pode atrasar a localização da seção e causar transtornos. No interior, 262.553 eleitores estão na mesma situação.

Com informações: ASCOM da Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Ceará