Lisca projeta Ceará brigando por Libertadores em 2019: “sonhar não custa nada”

Quando o celular tocou, no início da madrugada do dia 4 de junho de 2018, Lisca não demorou a atender. Do outro lado da linha, Robinson de Castro, presidente do Ceará, convocou para uma missão quase impossível. O dirigente alvinegro sabia que, àquela altura, era preciso um milagre para fazer o então lanterna da Série A do Campeonato Brasileiro reagir e escapar do rebaixamento. Milagre que só um “doido” seria capaz de fazer. E ele fez.

Revivendo a façanha que já havia conquistado em 2015, quando ignorou os 97% de chances de rebaixamento e evitou a queda do Alvinegro à Série C, Luiz Carlos Cirne Lima de Lorenzi assumiu o comando e fez o que talvez nenhum outro técnico fosse capaz naquele momento, protagonizando uma das reações mais memoráveis no Brasileirão e garantindo o Vovô na Série A do ano que vem.

O feito colocou Lisca entre os maiores treinadores da história do clube. No dia em que acertou sua renovação de contrato para a próxima temporada, o gaúcho de 46 anos, que revelou ter recusado propostas para seguir no Vovô, recebeu O POVO em Porangabuçu e, com exclusividade, falou sobre desafios de 2018, erros do passado, planejamento do futuro e garantiu: em 2019, o foco é brigar por vaga na Libertadores.

Sonho distante? Não para quem, como diz a música, “saiu do hospício”. “Lisca Doido é Ceará”, e já provou: “tem que respeitar”.

O POVO – Qual o sentimento após conquistar, mais uma vez, o que muitos achavam ser impossível? Livrar o Ceará do rebaixamento.

Lisca – Sensação de trabalho bem feito, de aproveitar uma oportunidade dentro de uma grande dificuldade. Já tinha sido assim em 2015. Acho que isso também motivou o Robinson a me convidar a voltar nesse momento difícil. É uma sensação de valorização também quando o clube te chama num momento tão complicado. No Ceará é uma sensação de dever cumprido, não deixa de ser, mas vai além. É de amor, de paixão, de unidade com o torcedor, o carinho que eles passam pra mim já transcendeu o lado profissional, pessoal. Principalmente nesse final. O que eu vivi no Ceará, principalmente quando garantimos a permanência, foi muita gratidão. É uma sensação que não tem cheiro, não tem tato, mas tá ali. Sentimento de entrega total e busca por um objetivo, e tenho muito prazer de ser o comandante disso. Principalmente porque estava todo mundo muito desacreditado.

OP – Quais as diferenças entre 2018 e 2015?

Lisca – As dificuldades eram grandes nos dois cenários, mas com características diferentes. Não cair pra Série C tinha todo o folclore envolvendo o adversário (Fortaleza)… Qual é o grande mote do torcedor do Ceará? Nós nunca fomos pra Série C. Mas era mais curto, tinha um adversário que nós estávamos buscando, que era o Macaé, e tinha um confronto direto na última rodada. A qualidade dos adversários também era diferente. Ali, nós jogamos com Boa, ABC, Bragantino, Mogi Mirim. A tabela era boa pra nós. E foram 60 dias. Agora foram seis meses. E na Série A é bem diferente. São os 20 mais fortes, é a elite, foi uma caminhada muito mais longa, a situação da tabela era muito ruim no início, e principalmente o desempenho. Além de termos só três pontos na tabela, nosso desempenho era pífio. Eu olhava o time do Ceará e não tinha organização defensiva, organização ofensiva, os jogadores mal sabiam o que fazer quando pegavam a bola. Isso me assustou muito. Porque isso? O que tava acontecendo? Parece que o clube não se preparou pra jogar uma Série A, no sentido do revés, achou que as coisas iriam acontecer ao natural, e não se deram conta que Série A é um outro nível. E quando começou a ter dificuldades, o clube se assustou. Mas a gente conseguiu transformar nosso ambiente. Foi um trabalho mais longo, mais motivacional, intenso. Eu não trouxe coach, motivador, psicólogo, nada. Quem trabalhou a cabeça dos jogadores foi o Lisca e a diretoria do Ceará. Confiamos na nossa metodologia de treinamento, e isso foi um diferencial também. A gente teve mais tempo pra treinar. Eu sabia ainda que a parada pra Copa (do Mundo da Rússia) iria mudar muito, tanto pra nós como pra outros times, e isso nos ajudou.

OP – Com essas duas experiências, o Ceará o proporcionou os maiores desafios da sua carreira?

Lisca – É verdade. Eu gosto de desafio, né?! Se disser pro Lisca: “Vai lá, tá tudo certo”, aí não me atrai. Mas quando me fala: “tá difícil, tu não vai conseguir”, isso mexe mais comigo. Foram (os maiores desafios), mas minha carreira tá sempre envolvida nisso, desde quando eu comecei, no Brasil de Pelotas, em 2008. E depois foi sempre assim. Pra mim, geralmente, as oportunidades aparecem nas dificuldades, talvez tenha me acostumado com isso. Eu realmente gosto de desafios.

OP – O que demandou mais energia e trabalho nessa reação?

Lisca – Desenvolver o potencial dos jogadores. Mostrar pra eles que tinham condições de jogar uma Série A com qualidade, em nível igual ou até superior aos adversários. Todo mundo falava no início da competição que o Ceará não tinha jogadores habilitados pra jogar uma Série A. E como sou um melhorador de performance, meu trabalho é esse, fazer o jogador evoluir, crescer, foi o principal desafio. Saber da qualidade que tinha aqui dentro e desabrochar ela.

OP – Em algum momento você desanimou? Achou que não iria conseguir?

Lisca – No jogo contra o Bahia eu senti. Tinha uma expectativa grande, porque depois iríamos jogar contra Flamengo e Corinthians. E já vínhamos muito atrás na pontuação. Era um jogo em casa em que fomos muito mal, e eu fiquei preocupado com a sequência. Naquele momento eu titubeei. E aí foi muito importante a presença do presidente Robinson. Naquele dia, que ele também reparou na entrevista da minha desilusão, desmotivação e tristeza no momento, e foi lá em casa. E ele não deixou eu titubear nenhum momento. Quando eu fui falar pra ele “acho que?” ele disse: “Não tem acho nada. Nós vamos juntos até o final, é tu que vai fazer essa recuperação, é você que assumiu, nós confiamos muito em você. Não temos perspectiva nenhuma de trazer outro profissional. Nós vamos é com você, eu não abro mão”. E se eu pensei em algum momento em desistir, naquele um minuto que falei com Robinson ele foi muito firme, muito positivo e eu agradeço a ele também, porque no momento que eu dei uma baqueada, que é normal na nossa profissão, tinha que ter alguém pra levantar. E esse cara foi o Robinson.

OP – Qual foi o ponto da virada na campanha? O jogo que você sentiu que ali o time ia forte pra brigar pela saída.

Lisca – Teve alguns, mas o momento foi o pós-Copa. Porque eu mostrava sempre pros jogadores a tabela normal, mas também a produção deles no pós-Copa. E aquilo mostrava pra ele que tínhamos condições de brigar. Estávamos sempre entre 6º, 7º, 5º… nunca saímos daí. E eu fui mostrando pra eles a nossa regularidade e como estávamos brigando com times de alto nível na tabela. Óbvio que teve alguns jogos emblemáticos. Flamengo e Corinthians, a sequência dos dois, deu confiança pra todo mundo. A mídia começou a ver o Ceará de outra maneira. Já não era mais o patinho feio, aquele time que os três pontos eram garantidos. Os jogadores começaram a valorizar as oportunidades e não temer. Esses dois jogos e também a sequência contra Cruzeiro e Atlético-MG. Contra o Cruzeiro, fora, a gente tinha empatado contra o Botafogo em casa, perdido pênalti, numa situação complicada… mas a vitória contra o Cruzeiro, depois vencemos o Atlético-MG, chegamos aos 37 pontos, ali eu vi que era bem viável.

OP – E sua relação com a torcida do Ceará ficou ainda mais intensa. Como você descreveria essa relação?

Lisca – É uma coisa doida, né (risos). Difícil de acontecer. E é paixão mesmo, cara. Daqui pra lá e de lá pra cá. Reconhecimento de grandeza, de respeito pela torcida do Ceará. E eu posso dizer que o maior patrimônio que um clube pode ter, o Ceará tem. Uma torcida fiel, apaixonada, histórica, que vem de geração pra geração. O que eu vejo no estádio é pai, filho, avô, neto… uma mistura de gente com mais condições com os que têm menos condições. Ali, somos todos iguais. Não tem diferença. Dentro do estádio o torcedor vai mostrar sua paixão e o torcedor vê que o Lisca, em relação ao Ceará, tem isso. Sabe da grandeza do clube, tem uma identificação, um prazer e orgulho muito grande de ser o treinador do Ceará. Trabalhei muito pra isso, foi muito difícil, chegar aqui e ter todo esse reconhecimento. Vejo como uma coisa muito legal. Cara, eu recebi um busto da diretoria do Ceará! Camisa de torcedor, muitos presentes, boneco, máscara. São coisas que eu jamais imaginei que iria passar e o Ceará está na minha história, no meu coração. Claro que muito por causa dos resultados. Não tem treinador perdedor que a torcida gosta. Nas duas vezes que estivemos aqui, conquistamos os objetivos. E essa relação é do fundo do coração. Eu adoro o torcedor do Ceará. Me tornei torcedor do Ceará.

OP – Nunca treinaria o Fortaleza, então?

Lisca – Ficou inviável trabalhar do outro lado, no rival. Por tudo que aconteceu, eu declarei isso. Não por falta de respeito ao Fortaleza, pelo contrário, eu assisti esse ano às festas lindas que eles fizeram. E eu falo pros nossos jogadores que nosso adversário é gigante. E nós também somos gigantes. Um puxa o outro.

OP – Você é conhecido por “Lisca Doido”, um personagem folclórico. Mas por trás do personagem, tem muita ideia de jogo. Acha que isso fica em segundo plano e falam mais do personagem que do treinador?

Lisca – É verdade. Acho que a grande mídia às vezes pode atrapalhar. Mas a mídia especializada, que eu tô vendo que é o seu caso, já faz essa análise. Hoje temos muita análise dissecando tudo que acontece no jogo. Tem muito mais mesa redonda em que se fala taticamente do jogo, do trabalho, mas ainda tem um pouco do negócio do folclore do “Lisca Doido” e que direciona muito pra isso. Atrapalha um pouco. Mas às vezes acho que eu mesmo me atrapalho (risos). Vou te dar um exemplo. Quando eu subi no ônibus, não se falou do jogo, da recuperação. Só que eu subi no ônibus. Mas eu vou continuar assim porque é emoção. O coração muitas vezes fala mais alto que a razão. E esse episódio do ônibus foi muito isso. Eu vi muita paixão ali fora, muito torcedor chorando, cartaz, camisa… e eu quis dar um retorno pra eles ali. Eu não me aguentei dentro do ônibus, tive que sair pra festejar com eles. Muitas vezes me atrapalha? Me atrapalha. Mas as pessoas me conhecem. Sabem o meu sentimento e o que eu tô pensando. Eu tô trabalhando isso, melhorando, a mídia tá me ajudando a desmistificar o “doido” mais pejorativo, mas mostrando um “doido” mais positivo, que é apaixonado por aquilo que faz, que tem conhecimento, que tem método de trabalho, tem ideia de jogo. Vou me polindo um pouco mais e canalizando mais as peripécias que eu faço, e tô evoluído, melhorando, e vou procurar melhorar ainda mais.

OP – Você é visto por muitos como um treinador de trabalhos curtos. A que você acha que isso se atribui?

Lisca – Sou meio nômade, não gosto de fincar muitas raízes assim. É um ano, vai, troca, passa seis meses, sabe? Essa nova construção, novos ambientes, conhecer gente nova, conhecer o Brasil inteiro, que a minha profissão me deu essa possibilidade. Buscar novos desafios. E é bem isso. Eu sou um cara que gosta disso, de conhecer novas experiências, e sempre quando têm desafios diferentes eu me sinto muito motivado. É uma questão de perfil e também de mercado. Nossa média de permanência é de três meses? não é uma questão só do Lisca. Por exemplo, o Claudinei Oliveira, que salvou a Chapecoense (do rebaixamento), nesse ano passou por Paraná, Avaí e Sport. Tá no quarto time no ano. É ruim pra nós, é ruim pra todo mundo. Mas acho que isso precisa partir dos treinadores. É dois clubes por ano! Que aí tem mais condições de ser analisado, na hora da sua contratação também vai ser uma coisa mais pesquisada, em que você vai poder desenvolver um trabalho de médio, longo prazo. Mas não é nossa realidade. Nossa realidade é ser vencedor, só assim você consegue mais tempo. Eu não esquento a cabeça com isso.

OP – Quando você chegou ao Ceará, seu nome não era unanimidade. Isso foi um combustível a mais? Provar o seu valor ao torcedor?

Lisca – Meu combustível foi vir treinar o Ceará e corresponder ao convite do Robinson. É um cara que conhece bem o meu trabalho, presidente atuante – diferente de outros -, que acompanha o dia a dia, conhece sobre treinamento, e eu vi como uma convocação. Não poderia dar as costas pra ele. Como em 2016 foi um (Campeonato) Estadual muito ruim, alguns torcedores ficaram com aquela imagem. Mas eu não pude participar daquele processo. Foi um processo equivocado do clube. E eu queria também poder voltar aqui e fazer o processo desde o início, dentro da minha cabeça. Claro que não só minha, mas numa unidade com a diretoria e a gestão executiva. Então o combustível veio pra mostrar que aquela última imagem estava errada, e não era a concepção do trabalho do Lisca. Então por isso até que eu renovei contrato. Vou permanecer pra gente poder fazer esse trabalho desde o início, e agora bem feito.

OP – Sobre aqueles erros em 2016, o que você pretende fazer diferente?

Lisca – O planejamento, porque o gestor executivo que estava aqui na época (Rodrigo Pastana) não escutava ninguém e fez tudo pela cabeça dele, prejudicando o clube, a mim e até a ele mesmo. Então eu entendo o torcedor, entendo boa parte da diretoria também, porque eles não sabem o que realmente aconteceu naquele episódio. Paguei a conta por um erro na montagem, e eu fiquei muito frustrado com aquilo, porque quando o time entrava em campo, eu não conseguia me identificar com o time. E aí complicou todo o trabalho. E as pessoas acham que eu fui demitido, mas eu não fui demitido, eu pedi demissão do Ceará. Pedi porque não estava me sentindo bem, me sentindo à vontade, e não estava tendo condições de trabalhar com o gerente-executivo do momento. E como eu tinha uma história muito legal no Ceará, antes que acontecessem maiores problemas, e estava caminhando pra isso, eu pedi pro Robinson me liberar. Ele não queria me liberar, mas o problema era de ambiente e montagem. Ceará limpou o grupo, contratou outro grupo, houve uma situação financeira bem complicada. E eu me responsabilizei por isso porque eu fui conivente. Eu aceitei. E isso agora não se repetirá.

OP – Tem garantias disso?

Lisca – Sim. Tivemos ótimas reuniões, boas conversas com o Marcelo Segurado (atual gerente de futebol do clube), um cara de alto nível. Fizemos algumas reuniões e tô satisfeito com o que eles mapearam. Gostei muito do que vi. Eles sabem das minhas ideias e não vai se repetir o que aconteceu em 2016.

OP – Tem garantias de que, caso os resultados não venham no início, terá tranquilidade pra continuar o trabalho?

Lisca – Acho que tenho um pouquinho de gordura, né? (risos) A gente conseguiu isso, e sabemos que nossa principal competição é a Série A. Obviamente não vamos abrir mão do tricampeonato cearense, de brigar por isso, de fazer uma boa Copa do Nordeste, mas não podemos repetir o erro de 2018, que é negligenciar na preparação para a Série A, acelerando o processo de preparação. Se não, iremos começar a Série A desgastados, sem a preparação física adequada, sem estar nas melhores condições, que foi o que aconteceu esse ano. Não podemos repetir. Vamos tentar ganhas as competições e fazer o melhor, mas nosso foco principal é na Série A, brigar na parte de cima da tabela dessa vez.

OP – Prevê muitas mudanças no elenco? Qual modelo de jogo pensa em implementar?

Lisca – Difícil falar sobre elenco. Alguns jogadores estavam emprestados e isso tá sendo definido ainda, mas o que mudará mesmo é na parte ofensiva. Temos uma estrutura boa do meio pra trás, em que não há tendências de muitas saídas. Do meio pra frente, sim. As mexidas então serão ali. Vamos dar uma revigorada no time e nas opções. Sobre modelo de jogo, acho que se pode ter só um modelo de jogo. Deve ter o plano A e, no mínimo, o plano B. O modelo é de competitividade, de marcação forte, transições rápidas, de organização defensiva. Vamos manter o que teve de bom e aprimorar principalmente a nossa chegada no último terço (do campo). É isso que vamos buscar.

OP – O objetivo é brigar por vaga na Libertadores?

Lisca – Sonhar não custa nada, né? E essas 26 rodadas pós-Copa mostram que o Ceará brigou o tempo inteiro entre os primeiros, ficando perto da zona de Libertadores. Não foram em três, em dez ou 15 rodadas. Foram 26, é quase um campeonato inteiro. E vamos ver se a gente consegue em 2019 brigar no meio pra cima da tabela. Principalmente tendo cuidado com o início da competição, que é muito importante. Indo bem no início, você baliza pra cima. Então a ideia é essa e nosso sonho é esse: colocar o clube na Libertadores.

OP – Você acha que entrou para a história do Ceará como um dos melhores treinadores que já comandaram o clube?

Lisca – Acho que sim. Não como um dos melhores, isso não. Mas acho que na história, entrei. Por tudo que fizemos aqui, pela atmosfera, pelo carinho do torcedor, da própria diretoria, que me entregou até um busto, uma homenagem que nunca imaginei receber. E hoje tô numa galeria junto com vários personagens que contribuíram pra história do Ceará. Acho que apesar de ter sido um tempo curto, foi marcante. E me considero como um treinador que está na história do Ceará, como o Ceará está na minha história. Lisca é Ceará!

OP – Esse trabalho com o Ceará em 2018 abriu portas? Você recebeu propostas para deixar o clube?

Lisca – Abriu, com certeza. Se conheceu mais do Lisca como treinador, despertou interesse de alguns clubes. Eu recebi duas propostas de times de Série A e um time da Série B, agora, até antes de terminar o campeonato, já visando o ano que vem. E sempre falei que a prioridade é o Ceará e quero fazer esse trabalho de início, diferente daquele de 2016. É um desafio pra mim. E acho que ainda temos aqui muita coisa boa pra colher em 2019.

OP – O que representa o Ceará Sporting Club para o Lisca?

Lisca – Mais que uma parceria profissional grande, é uma paixão, um amor muito grande. Um crescimento. Juntos. É uma alegria, uma honra, um orgulho enorme de ser treinador do Ceará. Nossa vida é muito dinâmica e um dia não vou mais ser treinador do Ceará, então quero aproveitar todos os momentos, todos os segundos, todos os dias. O Ceará, pro Lisca, é uma vida. Um capítulo que sempre vai fazer parte da minha vida. As histórias vão ficar pra sempre e eu vou contar pros meus netos.

Bastidores 

A entrevista estava marcada para se iniciar às 10h30min da segunda-feira, dia 3, mas atrasou duas horas. A demora foi decorrente de problemas na adequação de horários do departamento de comunicação do Ceará. Mesmo assim, Lisca foi extremamente solícito e respondeu todas as perguntas.

Solidariedade 

No mesmo dia da entrevista, o treinador havia comprado várias bolas de futebol para doar a um projeto social que ajuda crianças carentes no Titanzinho. Ele fez questão de ir pessoalmente realizar a entrega aos garotos, antes de viajar para aproveitar as férias com a família.

 

Com informações: O Povo

Alcides Santos: De estádio a centro de excelência

O bucolismo do Estádio Alcides Santos, que tanto abrigou torcedores em suas arquibancadas ao longo de um século de história do clube, fará parte de um passado romântico do Fortaleza. O clube apresentou na tarde de ontem, o projeto que irá revirar o Pici de ponta cabeça tirando-lhe a aura do xodó da torcida, para transformá-lo em um centro de excelência do futebol.

O plano é ousado, pois vai causar surpresa a quem conhece o Alcides Santos no formato que hoje existe. Grande parte das arquibancadas será retirada. Será uma troca de concreto por grama. Onde há arquibancada vazia de torcedores, haverá novos campos de treinamento.

Três campos

Serão três campos integrados, com maior visibilidade interna entre os setores e os campos, de tal modo que a comissão técnica terá um Raio X do que acontece em cada um.

Os alojamentos Otoni Diniz e Ribamar Bezerra vão ceder lugar a um hotel moderno, com refeitório capaz de acolher 120 a 130 pessoas. Cada espaço é integrado a outro, como a academia – cujos novos equipamentos chegam em janeiro – é acoplada à fisioterapia.

“Temos que entender que o Estádio Alcides Santos não tinha mais como crescer e por isso tínhamos que tornar o local mais adaptado à preparação da equipe”, disse o diretor de patrimônio, Rodrigo Monteiro, que apresentou a maquete do centro de excelência junto com o segundo vice-presidente, Rolim Machado.

Tudo isso foi um pedido do técnico Rogério Ceni que, com os dirigentes e o arquiteto Darcy Pessoa, visitaram vários clubes, entre eles, São Paulo, Palmeiras, Atlético/PR, para ver como era o centro de excelência de cada um deles. “O Projeto da obra do centro de excelência está todo pronto, agora nos resta executar, buscando parcerias comerciais”, disse o 2º vice-presidente, Rolim Machado. O centro de excelência será construído entre quatro a oito meses, mas quando o Leão estrear na Série A, 70% das obras já terão sido concluídas.

Derley

O volante Derley é mais um atleta que renova contrato com o Fortaleza. Antes, havia sido o atacante Éderson. Enquanto isso, o Projeto Leão 100 homenageou na tarde de ontem, o volante Erandir, ídolo do clube nas Séries B e A.

 

Com informações: Diário do Nordeste

Rafael Sóbis, atacante do Cruzeiro, entra na mira do Fortaleza para 2019

Depois de renovar com Éderson, o Fortaleza está de olho em mais um nome de peso para formar o ataque da equipe em 2019. Um dos jogadores que estão sendo cogitados pela diretoria tricolor é o do atacante Rafael Sóbis, de 33 anos, que está no Cruzeiro.

O site Superesportes.com.br, de Minas Gerais, apurou que o técnico Rogério Ceni está discutindo com o presidente do clube, Marcelo Paz, a possibilidade de contar com Sóbis na próxima temporada, em que o time estará de volta à elite do Brasileirão.

O próximo passo para que a negociação evolua é a questão financeira, já que o salário do jogador está um pouco acima da realidade que o Leão está disposto a pagar. Segundo o Esportes O POVO noticiou em novembro, Sóbis recebe R$ 400 mil de salário e o jogador tem vínculo com a Raposa até dezembro de 2019. Um ponto, contudo, pode ser decisivo para que o negócio seja viabilizado.
Ainda segundo o Superesportes, a diretoria do time mineiro estaria disposta a ceder o jogador por empréstimo e dividir o salário com o Tricolor, com cada parte bancando 50% das despesas mensais. Oficialmente, a diretoria do Fortaleza evita falar sobre o interesse no jogador, afirmando que “trabalhará em silêncio em busca de contratações”.

Além do Fortaleza, o Internacional também surge como possível interessado no atleta para 2019. Sóbis, inclusive, é gaúcho, foi formado nas categorias de base do Colorado e é um dos ídolos da história recente da equipe.

Em 2018, Rafael Sóbis fez 40 jogos pelo Cruzeiro. Destes, 19 como titular, 21 como reserva. Marcou oito gols. Na temporada, o jogador alternou entre titular e reserva e terminou o ano de 2018 no banco. Ainda assim, teve participação efetiva na conquista do título da Copa do Brasil, conquistado pela Raposa.

 

Com informações: O Povo

Procurador do STJD descarta punição ao Ceará SC por utilização do jogador Ernandes

Procurador do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Marcus Campos descartou a possibilidade de o Ceará ser punido pela escalação de Ernandes em 1 partida da Série A (a estreia contra o Santos), torneio em que o time cearense permaneceu na elite em 15ª lugar.

“O clube é, no mínimo, vítima. Eventual irregularidade de ato de registro ou transferência não se confunde com irregularidade da condição de jogo”, afirmou o procurador do STJD.

Nascido em São Félix do Araguaia-MT, Ernandes teria duas certidões de nascimento: uma de 1985 – a original – e outra de 1987, que vem usando desde 2006. Para Marcus Campos, o lateral não obteve nenhum benefício como atleta por conta disso.

O procurador deixou claro que o Ceará só poderia ser punido se atuasse com um jogador irregular no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por outro lado, Ernandes deve ser julgado pelo STJD e pode ser punido por até 720 dias (cerca de dois anos) de suspensão, além de uma multa de R$ 100 mil.

A polêmica poderia atingir também a Série B, já que Ernandes defendeu o Goiás em 31 partidas. A tendência, porém, é de que o clube não seja punido. O Goiás conquistou o acesso à elite ao terminar a Série B na quarta colocação, com os mesmos 60 pontos da quinta colocada Ponte Preta, que ficaria com a vaga na Série A se o clube goiano fosse punido pela irregularidade. Outro interessado seria o Paysandu, rebaixado, à Série C por ter encerrado a divisão de acesso na 17ª posição.

 

Com informações: Diário do Nordeste

Com Ceni mantido, Leão montará time da Série A no início de 2019

No fim da tarde de quinta feira passada, o Fortaleza confirmava a renovação de contrato do técnico Rogério Ceni para a temporada de 2019. Um vídeo de produção sofisticada anunciava a permanência do treinador e, nas entrelinhas, já lançava no ar o grande desafio que o clube passa a ter a partir desse projeto ousado. Isso porque Rogério Ceni não somente quer um elenco competitivo e de qualidade para as disputas da Série A do Brasileiro, como também vai solicitar ao clube a criação de uma estrutura capaz de sustentar o Leão na elite do futebol brasileiro.
Rogério Ceni deixou de lado uma possível proposta do Goiás, um clube com orçamento de R$ 80 milhões – com um CT que abriga até a Seleção Brasileira – e que tinha interesse no seu concurso.
Ilusão, não
O presidente do Leão, Marcelo Paz, repetiu que o principal objetivo com relação à Série A é a permanência na competição. “Nós estamos totalmente alinhados. Não vamos vender para o torcedor uma ideia de título, de Libertadores, isso aí é vender ilusão. Pode acontecer, pode, em futebol tudo é possível, mas temos que ser realistas”, avaliou Paz.
Orçamento
O Fortaleza tem uma previsão orçamentária de R$ 56,7 milhões para o ano de 2019 e com folha de pagamento estimada em R$ 2,5 milhões. Nos bastidores, já se projeta que Rogério Ceni pretende contar com um orçamento acima do que foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Leão. Será uma nova oportunidade para a diretoria buscar patrocínios fortes capazes de bancar a missão que aguarda os tricolores.
Um dos apoiadores de todo esse projeto é o sócio-torcedor. Atualmente, o Leão tem em torno de 27.600 torcedores, mas a meta é chegar a 35 mil, quando começar a Série A. O gestor do programa de sócio-torcedor do Leão, Gigliane Maia, informou que se o clube atingir 35 mil sócios, entrarão como receita R$1 milhão nos cofres, mensalmente.
Elenco
O presidente Marcelo Paz disse que há interesse em alguns atletas que fizeram parte da campanha vitoriosa da Série B, mas não adiantou quais. Já se sabe, por exemplo, que o artilheiro Gustavo ficará mesmo no Corinthians; O Atlético/MG, no momento, não esboçou desejo de emprestar o meia Dodô, e assim por diante.
“O elenco tem que ser montado desde o início, já pensando em Série A. Todas as ações, têm quer montadas pensando no reflexo da Série A, que é o principal objetivo do ano”, revelou o presidente tricolor.
Quantidade
A diretoria, também já alinhada com Rogério Ceni montará um elenco com 26 a 28 jogadores. “Não é um elenco pequeno, pois não adianta ter 35 atletas no elenco e quando chegar uma viagem, você deixar 10 de fora da relação, o que causa uma insatisfação no grupo que não é relacionado”, observou o dirigente.
Obras no Pici
O projeto de transformar o Estádio Alcides Santos em Centro de Excelência terá de ser acelerado, dentro do que foi solicitado por Ceni, bem como melhorias no CT Ribamar Bezerra. O clube busca recursos para isso, que poderão vir do sócio-torcedor, de patrocínios e da possível venda do meia Everton, do Grêmio, do qual o Leão tem 10% de direitos econômicos.

 

Com informações: Diário do Nordeste

Robinson de Castro detalha situação do elenco do Ceará; confira a lista

No próximo domingo (2), o Ceará encerra a temporada 2018. O planejamento para a disputa da Série A, em 2019, já está a todo vapor. O presidente do Ceará, Robinson de Castro, garantiu que a diretoria está trabalhando para a permanência de Lisca e comissão técnica. Em entrevista o presidente garantiu que o comandante, responsável pela campanha que garantiu a permanência do Vovô na Série A, só não fica caso não queira.

Outra prioridade da diretoria é manter o elenco titular do Alvinegro. Isso porque alguns atletas importantes estão cedidos por empréstimo e devem retornar aos seus clubes de origem. É o caso de Eduardo Brock, que retorna ao Goiás, Wescley, ao Vissel Kobe-Japão, Samuel Xavier, ao Sport, e Leandro Carvalho, ao Botafogo. A diretoria negocia a permanência dos jogadores, e aguarda a liberação da venda de Leandro Carvalho para lançar uma proposta. Já Arnaldo deve retornar ao Botafogo, já que a diretoria não tem interesse em renovar o contrato.

Quem tem futuro quase certo são Tiago Alves e Calyson, que tem o contrato finalizado no final do ano, mas devem permanecer no time. Robinho foi vendido para clube dos Estados Unidos.

Robinson ainda citou nomes como de Leandro Pereira, da Chapecoense, e Lucão, do Goiás, e Edson Cariús, do Ferroviário, para ocupar a vaga deixada por Arthur. Apesar do contato com os atletas não terem sido feitos, há interesse.

Confira o panorama geral

Quem fica: Éverson, Diogo Silva, Luiz Otávio, Valdo, Patrick, Felipe Jonatan, Richardson, Fabinho, Pedro Ken, Edinho, Juninho Quixadá e Ricardo Bueno.
Quem deve ter contrato renovado: Fernando Henrique, Tiago Alves, Eduardo Brock, Samuel Xavier, João Lucas, Juninho, Wescley, Ricardinho, Calyson, Leandro Carvalho.
Quem não deve ficar: Renan, Arnaldo, Jown Cardona, Reina, Arthur, Robinho, Felipe Azevedo e Éder Luis.

 

Com informações: Diário do Nordeste

 

Fez o “impossível”! Com Lisca, Ceará garante permanência na Série A após empate do Sport

Após o empate em 0 a 0 entre São Paulo e Sport, o Ceará conseguiu o que parecia impossível em 2018: permanece na Série A do Brasileiro em 2019. Com Lisca “Doido”, o Vovô teve uma arrancada incrível. O técnico fez a estreia antes da Copa do Mundo, dia 6 de junho, contra o Botafogo, no empate sem gols. Mas já havia chegado com um histórico de peso: em 2015, livrou o Ceará do rebaixamento à Série C do Brasileiro, na campanha histórica que o deixou com bom relacionamento com torcedores e diretoria.

Quando Lisca foi anunciado na 9ª rodada do Brasileiro, o Ceará estava na lanterna da Série A, com três pontos somados dos 27 disputados. Antes, Marcelo Chamusca e Jorginho haviam comandado o time. Lisca buscou fortalecer a defesa do Vovô, começou conquistando empates, tomando poucos gols. Aproveitou a parada para a Copa do Mundo e pôs ordem na casa. Organizou ataque, e chegou à série de triunfos do Ceará.

Na 25ª rodada, no triunfo sobre o Vitória, o Vozão chegou à 15ª posição e garantiu um feito importante no Brasileirão: pela primeira vez, após 23 jogos, o Ceará esteve fora da zona de rebaixamento.

No comando de Lisca, são 28 jogos, com 10 vitórias, 10 empates e oito derrotas. O Ceará se salva do rebaixamento na 13ª colocação, com 43 pontos. São 37 jogos, com 10 vitórias, 13 empates e 14 derrotas. Na rodada final do Brasileirão, o Alvinegro enfrenta o Vasco, no próximo fim de semana, na Arena Castelão, sonhando com a vaga na Sul-Americana.

Fortaleza parabeniza o “rival”

Nas redes sociais, o Fortaleza parabenizou o rival Ceará. Os dois vão se encontrar, já que o Tricolor do Pici está na elite em 2019.

– O Fortaleza parabeniza o @cearasc pela permanência na Série A do Campeonato Brasileiro em 2019. O futebol cearense fica mais forte com Fortaleza e Ceará na primeira divisão.

Camilo comemora permanência do “Vozão” na Série A

O governador Camilo Santana (PT) comemorou, com postagem em sua página no Facebook, a permanência do Ceará na Série A do Brasileirão. Ele citou o Clássico-rei no Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão de 2019.

“Teremos Clássico-Rei no Campeonato Brasileiro da 1a Divisão de 2019, após mais de 25 anos. Viva o Ceará! Viva o Fortaleza! Viva o futebol cearense!”

Com informações: Globo Esporte

Permanência do Ceará pode vir logo mais após São Paulo x Sport; entenda

Com o empate em 2 a 2 na Arena da Baixada contra o Atlético/PR na tarde do domingo (25) pela 37ª rodada da Série A, o Ceará chegou aos 43 pontos na 13ª colocação e ainda pode comemorar seu ‘fico’ nesta segunda (26) com o complemento da rodada. Para isso, o Vozão precisa torcer para que o Sport não vença o São Paulo às 19 horas no Morumbi.

Caso Sport conquiste os 3 pontos, o Vovô decide sua situação no domingo, 2, contra o Vasco no Castelão, às 16 horas na última rodada. O time cearense se garante com um empate, já que está à frente do time carioca na classificação. O Alvinegro é o 13º com 43 pontos, e o time cruzmaltino é o 15º com 42.

Mas até com derrota o Ceará pode escapar do rebaixamento. Isso porque, mesmo perdendo e sendo ultrapassado pelo Vasco, ficando com 43 pontos, o confronto Fluminense x América/MG no Maracanã já garante um rebaixado – Vitória e Paraná já caíram matematicamente – restando apenas uma vaga para a degola. Assim,  o Vovô deverá concentrar sua torcida, caso perca na última rodada no Castelão, para que Sport ou Chapecoense não vençam seus jogos. O time rubro-negro recebe o Santos na Ilha do Retiro, enquanto os catarinenses enfrentam o São Paulo na Arena Condá, em Chapecó.
Com estas combinações, o quatro rebaixados seriam: Paraná, Vitória, América ou Fluminense, Chapecoense ou Sport.

Sul-Americana

Paralelamente às contas para a permanência na Série A, o Ceará tem grande chances de se classificar para a Copa Sul-Americana no ano que vem. Hoje o clube é o 13º colocado, posição que dá vaga, por isso, só depende de si para conseguir a classificação. Se vencer o Vasco no domingo no Castelão, o clube estará classificado para a competição internacional pela 2ª vez em sua história.

Caso empate, e chegue aos 44 pontos, a equipe se garante na ‘Sula’ caso Fluminense, Chapecoense e Sport não vençam seus jogos. Se algum dos adversários vencer e o Vovô terminar em 14º, terá que torcer para que o Atlético/PR seja campeão da Sul-Americana este ano e abra outra vaga.

 

Com informações: Diário do Nordeste

AL concede Titulo de Cidadão Cearense ao jornalista Luís Roberto de Múcio

A Assembleia Legislativa realiza, nesta quinta-feira (22/11), a partir das 18h, no Plenário 13 de Maio, sessão solene para a entrega de Título de Cidadão Cearense a Luís Roberto de Múcio, jornalista e narrador esportivo. A solenidade atende a requerimento do deputado Gony Arruda (PP).

Segundo o parlamentar, Luís Roberto, que é natural de São Paulo, tem relação próxima com o Ceará, onde frequentemente visita. “Ele é um entusiasta das causas cearenses: nos esportes, nas artes, nas músicas e na culinária. É comum vermos, nas transmissões ao vivo, ele fazer rasgados elogios e considerações importantes ao nosso Estado”, justifica Gony Arruda.

Nascido em 29 de maio de 1961, o locutor começou a carreira aos 16 anos no Jornal Opção, de São João da Boa Vista, interior de São Paulo. Em 1981, se transferiu para a rádio Cultura de Santos. Um ano depois, Luís Roberto, que é formado em jornalismo pela Unisantos (1984), passou a trabalhar na rádio Gazeta de São Paulo. Nesse período, também apresentou o programa Show de Bola pela TV Gazeta.

Em 1987, o jornalista foi contratado pela Rádio Globo de São Paulo. De 1993 a 1997, também trabalhou na ESPN Brasil, canal por assinatura. No fim de 1997, foi contratado pela Rede Globo de Televisão.

 

Com informações: Assembleia Legislativa do Estado do Ceará

Rogério decide se fica, na sexta

De acordo com o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, o técnico Rogério Ceni deverá responder em Curitiba, se permanecerá ou não no cargo para as disputas da Série A do Campeonato Brasileiro.

O presidente do Leão não quis antecipar nada, em termos percentuais para a permanência do treinador, mas considerou que existem grandes possibilidades de que isso ocorra. Rogério, no entanto, tem uma lista de solicitações para que renove seu vínculo, as quais passam por melhorias estruturais tanto do Estádio Alcides Santos quanto do CT Ribamar Bezerra, bem como a formação de um time competitivo para 2019.

“Há possibilidades de o Rogério renovar contrato conosco, mas temos que conversar com calma, nesse jogo de encerramento da Série B”, disse o presidente do Leão.

Sonho real

Marcelo Paz advertiu à torcida que o Fortaleza entrará numa competição de alto nível e que é preciso compreender a maneira de disputa: “Não adianta vender para o torcedor um sonho maior. O Fortaleza não vai fazer na Série A o que fez na B. Vamos vender para a torcida um sonho real. Quando a gente passa a verdade para o torcedor, ele compra a ideia e nos apoia naquele objetivo”, disse Paz, que falou ainda em montar um time competitivo.

Com informações: Diário do Nordeste