PDT terá candidato próprio a prefeito nas principais capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes

O PDT – Partido Democrático Trabalhista terá candidato próprio a prefeito nas principais capitais do país e nas cidades com mais de 200 mil habitantes em 2020. Essa foi uma das decisões do Diretório Nacional em encontro na sexta-feira (22) no Rio de Janeiro. O evento foi realizado na sede da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP). Também serviu para discutir a situação dos deputados federais que votaram contra decisão partidária na Reforma da Previdência.

O presidente do PDT no Ceará, deputado federal André Figueiredo, se fez presente. “Depois de fazermos uma avaliação de conjuntura, traçarmos metas para as eleições 2020 e 2022 e analisarmos uma política de alianças do partido, vamos seguir combatendo essa agenda danosa do governo federal que retira diretos dos trabalhadores e impede o Brasil de sair dessa grave crise”, disse o parlamentar dirigindo-se ao Governo de Jair Bolsonaro.

Na abertura da reunião, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, relatou os encontros que vem mantendo com lideranças de partidos progressistas. Lupi esteve semana passada com Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB, quando iniciaram um processo de união entre as duas legendas para as eleições de 2020.

“Estou conversando com as forças progressistas do país para construir uma aliança de centro-esquerda, já para as eleições municipais; mas acima de tudo, iniciar as conversas em torno das eleições de 2022”, afirmou Lupi.

Desobediência partidária

Também entrou na pauta do Diretório Nacional do PDT, a situação dos deputados federais que votaram contra a orientação partidária na Reforma da Previdência. Oito deputados tiveram suas filiações partidárias suspensas por 90 dias. Destes, quatro entraram na Justiça pedindo desfiliação. São eles: Marlon Santos (RS), Tabata Amaral (SP), Flávio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA). Para esses, o Diretório decidiu que seus processos na Comissão de Ética estão suspensos até que a Justiça decida sobre suas desfiliações.

Para os demais deputados, os processos internos foram extintos, uma vez que a suspensão de 90 dias já foi cumprida. São eles: Alex Santana (BA), Jesus Sérgio (AC), Silvia Cristina (RO) e Subtenente Gonzaga (MG).

 

Com informações: Edison Silva

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