PF prende grupo com material contra deputado Danilo Forte

Cinco pessoas foram detidas pela Polícia Federal na manhã deste domingo (23), em São Gonçalo do Amarante, por distribuição de material com acusações contra o deputado federal e candidato à reeleição, Danilo Forte e seu irmão Avelino Forte, candidato a deputado estadual. O conteúdo, assinado pelo postulante a deputado estadual João Mota, diz que a Funasa sofreu desvios no período em que o parlamentar cearense estava na presidência do órgão.
Danilo Forte saiu da Funasa há oito anos para assumir o cargo de deputado federal, não possui nenhuma condenação e relata estar sofrendo perseguições. “Estou sendo atacado de forma caluniosa por pessoas sem compromisso com a verdade, principalmente nesse período eleitoral. Minha conduta a frente da Funasa demonstra compromisso com a moralidade e a transparência, reconhecidos pelo Ministério Público Federal e pela Controladoria Geral da União em menção de elogio à minha gestão quando alcançamos o objetivo de garantir a execução de serviços com redução de gastos e despesas”, comenta Danilo Forte. O parlamentar destaca que pedirá ao Ministério Público Eleitoral “providências urgentes para evitar mais esta deturpação da democracia”.
Na calçada da superintendência, João Mota anunciou que continuaria a produzir o material e a distribuí-lo, quando foi abordado por policiais militares e federais. Numa busca em seu veículo foram apreendidos mais folhetos, o que gerou a condução de Mota para responder pelo mesmo crime das cinco detidas em São Gonçalo do Amarante. Toda a ação foi presenciada por uma equipe da TV Diário.
Os advogados Leandro Vasques e Rodrigo Ferreira Gomes acompanharam o procedimento em defesa dos interesses do deputado Danilo Forte, vítima nesse episódio. “Vamos requerer junto à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral uma investigação profunda para apurar, inclusive, se mais alguém estaria por trás dessa prática criminosa executada pelo candidato João Mota, inclusive outros políticos que possivelmente estejam atuando de forma camuflada em conluio nesse censurável ato nefasto que só vem marchar o processo eleitoral”, afirma Vasques.

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